terça-feira, 22 de novembro de 2016

Mais 3 cidades entram em colapso no RN: Caicó, Jardim de Piranhas e São Fernando estão em colapso.


Agência Nacional de Águas restringiu uso da água da bacia Piranhas-Açu

Com a seca que assola o RN há cinco anos, animais mortos às margens das rodovias que cortam o estado fazem parte de um cenário desolador (Foto: Anderson Barbosa e Fred Carvalho/G1)

A Companhia de Água e Esgotos do Rio Grande do Norte (Caern) suspendeu o abastecimento das cidades de Caicó, Jardim de Piranhas e São Fernando, neste sábado (19). Desde o último sábado (19), a Agência Nacional de Águas (ANA) estabeleceu restrições para uso de água da bacia que abastece a região. De acordo com a Caern, a suspensão foi necessária devido a baixa do rio Piancó/Piranhas/Açu. A Companhia ainda não tem previsão para retomada do abastecimento e estuda solicitar aumento da vazão da água vinda da Paraíba.


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Desde domingo, a ANA indicou retirada imediata das bombas de água para os usos não prioritários, como por exemplo irrigação. A retirada de água deve ser exclusiva para consumo humano e animal. A ANA, o Igarn e a Aesa alertam que o descumprimento das regras será considerado infração gravíssima e pode gerar multa, lacre e apreensão de bombas.


Em nota, a Caern explica que "não existem outras fontes de abastecimento para se manter o fornecimento regular de água na região. As cidades são inseridas na lista de colapso e o fornecimento de água passa a ser através das defesas civis municipais, estadual e federal". Medidas paliativas serão colocadas em prática ainda nesta semana, afirmou a Caern.


Desde 2012, a bacia do rio Piranhas Açu passa por forte estiagem. Diante do colapso, uma das alternativas buscadas para amenizar o problema é a perfuração de poços. A Secretaria de Estado do Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos (SEMARH), já realizou mais trinta perfurações. Destes, conseguiu condições de exploração em 14 poços. Destes, sete poços já foram testados e outros sete terão vazão ainda nesta semana, como alternativa para a recuperação de parte do abastecimento
G1RN

segunda-feira, 21 de novembro de 2016

Paredões de som são apreendidos em festa irregular na Zona Sul de Natal Apreensão aconteceu na tarde deste domingo (20) no bairro de Pitimbu.


Fiscalização ambiental também recolheu equipamentos na orla marítima.


Festa foi considerada irregular, já que estava sendo realizada em uma Zona de Proteção Ambiental e sem nenhuma licença dos órgãos públicos (Foto: PM/Divulgação)

Três paredões de som foram apreendidos em uma festa na tarde deste domingo (20) no bairro Pitimbu, na Zona Sul da capital potiguar. A apreensão foi efetuada em uma fiscalização ambiental realizada por policiais da Companhia Independente de Proteção Ambiental. "Os equipamentos estavam funcionando acima do que é permitido por lei e incomodava os moradores do bairro", relatou a Cipam.
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Em nota, a assessoria de comunicação da PM disse que o material foi apreendido durante uma festa considerada irregular, já que estava sendo realizada em uma Zona de Proteção Ambiental e sem nenhuma licença dos órgãos públicos.

No sábado (20), uma operação também foi realizada em diversos bares da orla marítima nas zonas Leste e Norte de Natal. Outros equipamentos de som foram apreendidos e os condutores de veículos e estabelecimentos foram notificados.

ANA estabelece novas restrições para uso da água na bacia Piranhas-Açu Medida foi tomada devido à seca prolongada.

Água deve ser usada para consumo humano e para matar a sede dos animais.
Água da bacia deve ser usada para conumo
humano e para matar sede dos animais
(Foto: Anderson Barbosa/G1)

A bacia do rio Piranhas-Açu tem novas restrições para o uso da água. Estão interrompidas as captações de águas superficiais no trecho do Rio Piancó, a jusante do Açude Curema, no trecho do Rio Aguiar, a jusante do Açude Mãe D’Água, e no Rio Piranhas-Açu, no trecho compreendido entre a confluência com o Rio Piancó e o Açude Armando Ribeiro Gonçalves, para quaisquer finalidades. As medidas foram anunciadas pela Agência Nacional de Águas (ANA), o Instituto de Gestão das Águas (Igarn), do Rio Grande do Norte, e a Agência Executiva de Gestão das Águas da Paraíba.

Também estão interrompidas as captações subterrâneas no aquífero aluvionar situadas às margens desses corpos hídricos. Esta regra vale para usos da água de todas as finalidades, outorgados ou não, com exceção do consumo das pessoas e para matar a sede dos animais, que são usos prioritários de acordo com a Política Nacional de Recursos Hídricos.
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Desde 2012, a bacia do rio Piranhas Açu passa por forte estiagem. Por isso, os estoques de água dos açudes Curema e Mãe D'Água estão muito baixos.

Para evitar que a população que depende das águas desses açudes para o consumo humano e dessedentação animal fique desabastecida, a ANA, órgão gestor federal de recursos hídricos, o Igarn e a Aesa, que vêm atuando na bacia para prolongar a duração dos estoques de água desde 2013, decidiram impor essas novas regras, que são mais restritivas do que as normas em vigência desde junho de 2015.

As bombas de água para os usos não prioritários, por exemplo para irrigação, devem ser removidas imediatamente. Quem retira água para diferentes usos deverá manter sistema exclusivo para captar para consumo humano e animal. A ANA, o Igarn e a Aesa alertam que o descumprimento das regras será considerado infração gravíssima e pode gerar multa, lacre e apreensão de bombas
G1RN

MEC prevê ensino médio integral em até 16 escolas no RN




O Ministério da Educação (MEC) prevê implantar o programa de ensino médio integral em até 16 escolas públicas no Rio Grande do Norte. No total, são 7,2 mil vagas. A lista com a portaria de fomente à implantação de escolas em tempo integral foi publicada na edição desta terça-feira, 11, do Diário Oficial da União (DOU).


Segundo o documento, o estado precisa apresentar um projeto pedagógico que será avaliado pelo Ministério da Educação. o cronograma será estabelecido pela Secretaria de Educação da Básica do MEC. A prioridade é para as escolas localizadas em regiões de vulnerabilidade social. O programa deverá ser implementado até o fim do primeiro semestre de 2017.


O prazo de adesão dos estados ainda não foi divulgado. Em todo o Brasil, o MEC prevê a implantação do programa em até 572 escolas públicas brasileiras.


Estado – Número máximo de escolas – Número máximo de alunos
Acre – 9 – 4.050
Alagoas – 11 – 4.050
Amapá – 8 – 3.600
Amazonas – 18 – 8.100
Bahia – 30 – 13.500
Ceará – 30 – 13.500
Distrito Federal – 8 – 3.600
Espírito Santo – 16 – 7.200
Goiás – 30 – 13.500
Maranhão – 30 – 13.500
Mato Grosso – 24 – 10.800
Mato Grosso do Sul – 16 – 7.200
Minas Gerais – 30 – 13.500
Pará – 28 – 12.600
Paraíba – 21 – 9.450
Paraná – 30 – 13.500
Pernambuco – 30 – 13.500
Piauí – 26 – 11.700
Rio de Janeiro – 30 – 13.500
Rio Grande do Norte – 16 – 7.200
Rio Grande do Sul – 30 – 13.500
Rondônia – 10 – 4.500
Roraima – 8 – 3.600
Santa Catarina – 30 – 13.500
São Paulo – 30 – 13.500
Sergipe – 9 – 4.050
Tocantins – 14 – 6.300
Total – 572 – 257.400

segunda-feira, 14 de novembro de 2016

Fotógrafo equatoriano lança álbum com imagens do litoral potiguar

Lançamento acontece dia 24 deste mês no shopping Midway Mall, em Natal.
'Terra do Mar, Rio Grande do Norte’ é a 14ª obra do estrangeiro.

Foto da praia de Ponta Negra, cartão-postal de Natal e do RN, faz parte do álbum (Foto: Fernando Chiriboga)

O fotógrafo equatoriano Fernando Chiriboga lança no dia 24 deste mês, em Natal, seu mais novo trabalho: ‘Terra do Mar, Rio Grande do Norte’ – álbum que reúne dezenas de imagens do litoral potiguar. O lançamento acontece no 3º piso do shopping Midway Mall e terá apresentação do grupo Ilha da Música, a partir das 19h. O Mid Way Mall fica na Av. Bernardo Vieira, nº 3775, no Tirol, Zona Sul da cidade.

Mar, areia, falésias, recifes, corais, mangues, campos de dunas e estuários. Tem de tudo. “O Rio Grande do Norte possui um importante e encantador patrimônio. São mais de 400 quilômetros de litoral composto, predominantemente, por tabuleiros, campos de dunas e recifes de arenito. Uma biodiversidade que representa valores de grande importância científica, cultural, paisagística e turística. Mas, a simples contemplação de suas indescritíveis paisagens não basta. É preciso conhecê-las, interpretá-las e vivenciá-las para que se possa usufruí-las de forma adequada, com respeito ao seu delicado equilíbrio e a consciência da necessidade de sua preservação como importante legado para as futuras gerações”, destaca o fotógrafo.

Sobre o autor
Radicado em Natal, Fernando Chiriboga é fotógrafo profissional especializado em fotografia de natureza e aventura. Nascido em Quito, Equador, veio para o Brasil em 1985, mais precisamente para o Nordeste brasileiro, onde vive até hoje. Ao longo desses anos, vem percorrendo as terras nordestinas, retratando sua diversidade. Suas fotografias têm sido premiadas em importantes concursos e já participou de várias exposições fotográficas solo e coletivas. ‘Terra do Mar, Rio Grande do Norte’ é a 14º obra de sua carreira.

Parte do trabalho de Chiriboga pode ser visto no site:www.fernandochiribg.com.br.











G1RN

Hoje é dia de superlua




O fenômeno conhecido como “superlua” ocorre quando a Lua está cheia e, ao mesmo tempo, quando sua órbita atinge a maior proximidade da Terra e o satélite aparece 14% maior, com um brilho 30% mais forte.


A superlua de hoje, 14 de novembro, deverá ser especial, já que será a única vez no ano em que o fenômeno ocorre com a Lua completamente cheia, coincidindo com a sua maior proximidade da Terra, desde 1948. No RN, o fenômeno poderá ser observado a olho nu, a partir de 17hs30.

31 árvores que você pode plantar em sua calçada, produzem frutos, sombras e flores, não destroem calçadas e nem danificam a rede elétrica


Rua de Caxambu MG com tons diferentes de quaresmeiras e outras especies adequadas para calçadas
As árvores são fundamentais nas ruas e avenidas. Além de embelezar, elas tem um importante papel no equilíbrio térmico, refrescando onde quer que estejam.
Também colaboram com a redução da poluição sonora e do ar, fornecem sombra, refúgio e alimento para as aves. Os benefícios não param por aí, poderíamos falar de fixação de carbono, produção de oxigênio, proteção contra ventos, etc. Mas a escolha da espécie correta é fundamental.
Se você deseja plantar uma árvore na sua calçada, o primeiro passo é procurar a prefeitura. Muitas delas tem um plano de arborização urbana, com espécies de árvores indicadas por profissionais capacitados. Não raro, você poderá solicitar o plantio à prefeitura, ou buscar as mudas você mesmo no viveiro municipal.Fique atento, o plantio da árvore errada pode provocar muita dor de cabeça no futuro, como tubulações de água e esgoto estourados, calçadas levantadas, problemas na rede elétrica, galhos que ameaçam cair a qualquer momento, frutos pesados que caem sobre carros, ramos espinhentos que atrapalham os pedestres, sujeira e mal cheiro advindo de frutos, folhas ou flores caídos, entre muitas outras situações desagradáveis a perigosas. E geralmente você não pode fazer muita coisa. Na maioria das vezes o corte ou poda é permitido apenas à prefeitura e companhia elétrica. O corte inautorizado pode lhe render multas pesadas e, dependendo da espécie, ser considerado crime ambiental. Você terá que solicitar o serviço e aguardar que aprovem. Portanto, escolha bem. Uma árvore é maravilhosa e para além da vida toda. Abaixo segue uma lista de espécies que são indicadas para calçadas. As espécies que alcançam até 10 metros são boas para calçadas com fiação elétrica, enquanto as maiores podem ser plantadas em calçadas sem fiação.
01 – Noivinha: Euphorbia leucocephala.
Embora, ela tenha outros nomes populares, além de Noivinha. Ela é conhecida também com os seguintes nomes: mês de maio, neve da montanha, cabeça branca, leiteiro-branco, cabeleira-de-velho, flor-de-criança, chuva-de-prata.Durante o mês de maio, suas folhas verdes, ficam brancas, tornando-a linda e encantadora. Em junho suas folhas já voltam a colocaração verde normal. É uma árvore de porte pequeno, que não atinge 3 metros. Não agride a calçada e nem prejudica a fiação elétrica.
02 – Ipê.  Tabebuia sp:
Ipê-amarelo demora um pouco para crescer, mas transforma a paisagem (Foto: Wikimedia Commons)
Os ipês são de grande porte, com raízes profundas que não danificam as calçadas e exige poucos cuidados. É vastamente usado como árvore decorativa devido à sua florescência colorida e anual.Gênero de árvores, em sua maioria nativas, decíduas, de tronco e ramagem elegantes, madeira resistente e florescimento exuberante nas cores amarelo, branco, rosa e roxo. Atingem de 10 a 35 metros, dependendo da espécie. São adequados para calçadas sem fiação elétrica.
03 – Jacarandá Mimoso – Jacarandá mimosaefolia
Um verdadeiro clássico. Árvore decídua, de floração exuberante. Ideal para arborização de ruas, praças e avenidas. Sua altura é de 8 a 15 metros. Suas raízes são profundas, não danificam calçadas e nem redes subterrâneas. Por atingir 15 metros, melhor ser plantada contra a rede elétrica.
04 – Extremosa ou Resedá – Lagerstroemia indica.
Arvoreta largamente utilizada na arborização urbana. Tem florescimento esplendoroso, é decídua e tolerante a podas drásticas. Atinge 8 metros de altura.
05 – Manacá da Serra – Tibouchina mutabilis 
Belíssima arvore, em que é possível admirar flores em três cores diferentes simultaneamente, branca, rosa e roxa, de acordo com a idade da flor. Atinge 6 metros de altura.
06 . Alfeneiro – Ligustrum lucidum
Uma das espécies mais cultivadas na arborização urbana do sul do Brasil. Oferece boa sombra, mas a floração de muitos exemplares ao mesmo tempo pode intensificar os casos de alergia à pólen.
07 –  Magnolia – Magnólia spp
Essa espécie de magnólia, além de bela e perfumada faz lembrar os ipês rosas, são muito interessantes para arborização urbana por seu porte pequeno. Decíduas e próprias para o clima subtropical e temperado. Alcançam de 5 a 10 metros de altura.
08 – Pata-de-vaca – Bauhinia foficata
Árvore brasileira, nativa da Mata Atlântica, de porte médio com uma das mais belas flores e folhagens. Possuem raízes profundas que não estouram as calçadas. Uma ótima opção para ser usada como decoração e em regeneração de matas degradadas.
09 – Quaresmeira Tibouchina granulosa
É uma árvore nativa de pequeno porte, raízes profundas, ela é elegante e bela e apresenta uma linda floração roxa que ocorre duas vezes por ano, possui um fruto pequeno. É uma das principais árvores utilizadas na arborização urbana no Brasil.
10 – Murta-de-cheiro, Dama-da-noite, Jasmim-laranja, Murta, Murta-da-índia, Murta-dos-jardins – Murraya paniculata
A murta-de-cheiro é um arbusto grande ou arvoreta, que pode alcançar até 7 metros de altura. Muito utilizada para a formação de cercas-vivas, a murta-de-cheiro apresenta ramagem lenhosa e bastante ramificada. Suas folhas são pinadas, com 3 a 7 folíolos pequenos, elípticos, glabros, perenes,Durante todo o ano produz inflorescências terminais, com flores de coloração branca
11 – Ipê-Mirim (Stenolobium stans)

Pode chegar a sete metros de altura, tem floração entre os meses de janeiro e maio.
12 – Candelabro (Erytrina speciosa)
Fotografia de Luciana Yoshime (Flickr)
Sua altura varia de quatro a seis metros. A floração vermelha acontece entre junho e setembro.

13 – Flanboyant Mirim (Caesalpinia pulcherrima)
Tem altura média de três a cinco metros. Sua floração é bastante diversificada, aparecendo nas cores: rosa, vermelha, amarela e branca, entre os meses de setembro e maio.
14 – Cambuci (Campomanesia phaea)
Com altura entre três e cinco metros, esta árvore tem flores grandes e brancas. Mas, seu principal destaque são os frutos, que costumam aparecer entre os meses de fevereiro e março.
15 – Pitangueira (Eugenia uniflora)
Sua altura varia de dois a quatro metros. A árvore produz pequenos frutos e flores brancas, ideais para alimentar abelhas.
16 – Jabuticabeira (Eugenia cauliflora)
Esta espécie pode chegar a dez metros de altura. Ela costuma florescer entre a primavera e o verão, produzindo grandes quantidades de frutos.
17 – Oiti – Licania tomentosa
Árvore frutífera, largamente utilizada na arborização urbana no sudeste do país.
18 – Escova-de-garrafa – Callistemon ssp
Espécies de árvores de pequeno porte, nativas da Austrália, e muito resistentes à seca. Floração exuberante.A bela floração da Chuva-de-ouro.
19 – Cinamomo – Melia azedarach
Árvore bastante utilizada na arborização urbana. Indicada para clima subtropical. Floração ornamental e frutos atrativos para avifauna. Alcança até 20 metros de altura.Também conhecido como santa-bárbara e lilás-de-soldado, o cinamomo, além de produzir lenha, é ornamental; os frutos são redondos e carnosos.
20 – Amoreira-preta – Morus nigra
Árvore frutífera, muita atrativa para os passarinhos. Atinge 10 metros de altura.
21 Jasmim-manga – Plumeria rubra
Árvore de flores muito perfumadas e aspecto escultural. Ideal para calçadas, praças e parques. Atinge 6 metros de altura.
28 – Cerejeira-do-japão – Prunus serrulata
Avenida em Maria da Fé MG.
Árvore decídua, de grande valor ornamental, por ser florescimento espetacular. Própria para clima subtropical e temperado. Alcança 6 metros de altura. Deve ser cultivada sob sol pleno ou meia-sombra, em solo fértil, neutro, bem drenável, enriquecido com matéria orgânica e irrigado regularmente. Planta de clima temperado, necessita de estações bem marcadas para florescer de forma satisfatória. Por este motivo não é indicada para regiões equatoriais e tropicais, salvo em regiões de altitude elevada. Seu crescimento é moderado e a floração é precoce. Não tolera encharcamento e podas drásticas. Resiste ao frio, geadas e curtos períodos de estiagem. Multiplica-se por enxertia, estaquia e mais facilmente por sementes.
29. Aroeira – Schinus molle e Schinus terebinthifolius
Árvores belas e atrativas para avifauna. São de pequeno porte, atingindo de 8 a 10 metros de altura.
30. Pau-fava – Senna macranthera
Fotografia de Mauro Guanandi
Árvore nativa e de pequeno porte, com floração ornamental e aspecto elegante. Atinge até 8 metros de altura.
31. Canafístula-de-besouro – Senna spectabilis
Árvore decídua, nativa do nordeste, de florescimento ornamental e pequeno porte. Alcança 9 metros de altura.
A lista não para por aí. Você também pode usar uma variedade de coníferas, que apesar de seu formato geralmente cônico a colunar, desde à base, são escolhas interessantes para calçadas largas. As palmeiras, em sua maioria (com exceção das entouceiradas, espinhentas e as de porte gigante), são muito indicadas para ornamentar ruas, avenidas e calçadas. A diversidade de árvores é enorme e você pode gostar justamente de uma que viu em algum lugar. Veja as características que uma árvore para arborização de calçadas deve ter:
– Não possuir raízes superficiais ou agressivas
– Não ter frutos ou flores grandes
– Não possuir espinhos
– Não ser tóxica
– Não ser de grande porte (mais de 20 metros de altura)
– Não possuir madeira frágil, suscetível à quebra ou ataque de cupins (evite árvores de crescimento muito rápido)
– Não ser invasora